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    A presente Memória Técnica refere-se a descrição dos trabalhos de Pedologia da Folha Rosário Oeste - MIR-372, situada na porção central do Estado de Mato Grosso, entre os paralelos 14º00’e 15º00’ de latitude sul e os meridianos 55º30’ e 57°00’ de longitude oeste de Gr. (Mapa 001). Os principais centros urbanos correspondem às localidades de Diamantino e Arenápolis. Os principais acessos rodoviários correspondem às BR-163 e BR-364. Os rios Arinos e do Sangue drenam a parte norte da área no sentido sul-norte (Bacia Amazônica) enquanto os rios Cuiabá e Paraguai drenam a parte sul, no sentido norte-sul (Bacia Platina). De uma maneira geral, distinguem-se duas grandes regiões de natureza bastante distinta. A primeira compreende a faixa norte da folha (Bacia Amazônica), e é representada por sedimentos das Formações Utiariti, Salto das Nuvens e da Superfície Peneplanizada Terciária. Nela formaram-se Areias Quartzosas e Latossolos de textura média relacionados aos arenitos Utiariti e Salto das Nuvens, enquanto sobre a Superfície Peneplanizada formaram-se Latossolos Vermelho-Escuros argilosos. Em menor quantidade verificam-se Solos Orgânicos nas planícies de inundação e Solos Concrecionários Latossólicos nos bordos de chapadas. A segunda região, ao sul da folha, é bastante diversificada litologicamente, o que se reflete em grande diversificação pedológica também. A grosso modo pode-se distinguir os sedimentos da Formação Pantanal à sudoeste onde se formaram Latossolos de textura média, os basaltos da Formação Tapirapuã à leste, onde se formaram Latossolos Roxos e Terras Roxas Estruturadas, as litologias da Formação Diamantino que invariavelmente originaram Cambissolos, o Grupo Cuiabá onde os Solos Concrecionários junto a Cambissolos são os solos principais, e por fim as diversas litologias da Província Serrana à sudoeste, onde Solos Litólicos e Afloramentos de Rocha são os mais expressivos. No tocante a uso agrícola, verifica-se plantio de lavouras (soja principalmente) na porção noroeste da folha (Chapada dos Parecis e Planalto de Tapirapuã) enquanto no restante o predomínio absoluto é com pastagens plantadas, particularmente de capim brachiária.

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    A presente Memória Técnica refere-se a descrição dos trabalhos de Pedologia da Folha Rio Treze de Maio, MIR-338, situada na porção Centro-Oeste do Estado de Mato Grosso entre os paralelos 12°00’ e 13°00’ de latitude sul e os meridianos 57°00’ e 58°30’ de longitude oeste de Gr. (Mapa 001). O principal centro urbano corresponde à cidade de Brasnorte. O principal acesso rodoviário corresponde à MT-170. O rio do Sangue é o principal curso d’água da área, drenando-a no sentido sul-norte. A folha em sua quase totalidade encontra-se situada sobre a Superfície Peneplanizada Terciária, que tem como características marcantes o desenvolvimento de solos bastantes intemperizados, em sua maior parte Latossolos, seguidos das Areias Quartzosas, estando estas últimas mais relacionadas aos arenitos da Formação Utiariti em áreas próximas as linhas de drenagem. Nas planícies de inundação encontram-se além de Solos Aluviais e Gleis Pouco Húmicos, Areias Quartzosas Hidromórficas e Solos Orgânicos. O relevo apresenta pouca variação, sendo dominantemente plano seguido pelo suave ondulado. Em menor proporção ocorre o relevo ondulado. A vegetação dominante é a Floresta Tropical Subcaducifólia, onde a exploração de madeira constitui importante atividade econômica. Quanto ao uso agrícola a região encontra-se ainda em estágio bastante incipiente, tendo a pecuária como a primeira atividade e à medida que se caminha para o sul, aumenta a ocupação com agricultura sendo a soja a lavoura de maior destaque.

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    A presente Memória Técnica refere-se aos trabalhos de geomorfologia executados nas folhas Serra Ricardo Franco (MIR-369) e Uirapuru (MIR-370), códigos SD.20-Z-B e SD.21-Y-A, respectivamente. (Mapa 001). Estas cartas compreendem parte da região oeste do Estado de Mato Grosso, abrangendo uma área entre os meridianos 58º30’ a 60º30’ de longitude oeste de Gr. e os paralelos 14º00’ e 15º00’ de latitude sul, tendo como destaque as serras Ricardo Franco, São Vicente, e da Borda; rios Guaporé, Sararé, Galera, Juruena e Papagaio. A Folha de Ricardo Franco contém a divisa internacional entre Brasil e Bolívia, sendo o marco divisório no Rio Verde. Deste modo, apenas a porção leste da folha insere-se no contexto do Estado de Mato Grosso. O único centro urbano nos limites da área é a cidade de Nova Lacerda, situada na região central, cujo acesso se faz pela BR-174, estrada que corta transversalmente a Folha Uirapuru e interliga Cuiabá (MT) a Vilhena (RO). A porção oriental desta folha é possível ser acessada pela BR-364, a partir de Tangará da Serra.

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    A presente Memória Técnica refere-se aos trabalhos de geomorfologia executados na Folha Sinop (MIR-320) código SC.21-Z-D. Mapa 001. A Folha SINOP está localizada na porção centro-norte do Estado, delimitada entre os meridianos 55°30’ e 54°00’ de longitude oeste de Gr. e paralelos 11°00’ e 12°00’ de latitude sul. Em sua porção oeste é cortada no sentido N-S pela rodovia BR-163 (Cuiabá- Santarém). O principal núcleo urbano é a cidade de Sinop, situada ao longo dessa rodovia. Destacam-se também outras cidades, como Cláudia, Itaúba, Marcelândia, União do Sul e Santa Carmem. A folha é drenada pelo Rio Teles Pires em sua porção noroeste e pelo Rio Arraias em sua porção leste.

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    A presente Memória Técnica refere-se aos trabalhos de geomorfologia executados na Folha Lagoa do Itavununu, MIR-341, código SD-22-V-A. (Mapa 001). Esta carta compreende parte da região centro-leste do Estado de Mato Grosso, abrangendo uma área entre os meridianos de 52°30' e 54°00’ de longitude oeste de Gr. e paralelos 12°00’ e 13°00’ de latitude sul, tendo como destaque os rios Xingu, Curisevo e Tamitatoala ou Batovi, além do Parque Nacional do Xingu, que ocupa praticamente toda a folha.

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    Cartas temáticas na escala 1:250.000 que constituem o documento básico para a elaboração do Mapa Geológico na escala de 1:1.500.000, conforme previsto na proposta técnica do “Diagnóstico Sócio-Econômico-Ecológico do Estado do Mato Grosso”. Segundo o encarte internacional para a escala 1:250.000, o Estado de Mato Grosso comporta um total de 74 cartas, em função do seu contorno geográfico. A articulação final das cartas que recobrem o Estado e compõem as memórias técnicas, obedeceu uma padronização cartográfica ideal, definida pelo projeto, conforme ilustram o Quadro 001 e o Mapa 001, disponível na Apresentação Geral das Memórias Técnicas, na onde pode ser visualizada a articulação das 53 memórias técnicas e a relação das respectivas cartas na escala 1:250.000. A presente Memória Técnica refere-se aos trabalhos de geologia executados nas folhas Serra Ricardo Franco - MIR 369 (SD.20-Z-B) e Uirapuru - MIR 370 (SD.21-Y-A), localizadas no setor sudoeste do Estado, entre os paralelos 14°00’ e 15°00’ de latitude sul e entre os meridianos 58°30’ e 61°30’ de longitude oeste de Gr. (Mapa 001). A Folha Serra Ricardo Franco contém a divisa internacional entre Brasil e Bolívia, sendo o marco divisório no Rio Verde. Deste modo, apenas a porção leste da folha insere-se no contexto do Estado de Mato Grosso. O maior centro urbano nos limites da área é a cidade de Nova Lacerda, situada na porção central da Folha Uirapuru, podendo ser acessada pela BR 174, estrada que corta transversalmente a folha e interliga Cuiabá (MT) a Vilhena (RO). A porção oriental desta folha é cortada pela BR-364. As folhas abrigam as cabeceiras de duas grandes bacias hidrográficas que estão separadas pelas franjas serranas da Chapada dos Parecis. Nos terrenos elevados da Chapada encontram-se as cabeceiras da bacia hidrográfica do Rio Juruena, tendo como principais tributários os rios Juína, Buriti e o Papagaio que fluem para norte; e, com nascentes nas bordas da Chapada dos Parecis, têm-se os tributários da bacia hidrográfica do Rio Guaporé, representados pelos rios Sararé e Galera que fluem para oeste, rumo ao Rio Guaporé. Na margem esquerda do Rio Guaporé, o Rio Verde é o principal tributário.

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    A presente Memória Técnica refere-se à descrição dos trabalhos de Aptidão Agrícola das Terras da Folha Rosário Oeste - MIR-372, situada na porção central do Estado de Mato Grosso, entre os paralelos 14°00’e 15°00’ de latitude sul e os meridianos 55°30’ e 57°00’ de longitude oeste de Gr. (Mapa 001). Os principais centros urbanos correspondem às localidades de Diamantino e Arenópolis. Os principais acessos rodoviários correspondem às BR-163 e BR-364. Os rios Arinos e do Sangue drenam a parte norte da área no sentido sul-norte (Bacia Amazônica) enquanto os rios Cuiabá e Paraguai drenam a parte sul, no sentido norte-sul (Bacia Platina). De uma maneira geral, distingue-se duas grandes regiões de natureza bastante distinta. A primeira compreende a faixa norte da folha (Bacia Amazônica) e é representada por sedimentos das Formações Utiariti, Salto das Nuvens e da Superfície Peneplanizada Terciária. Nela formaram-se Areias Quartzosas e Latossolos de textura média relacionados aos arenitos Utiariti e Salto das Nuvens, enquanto sobre a Superfície Peneplanizada formaram-se Latossolos Vermelho-Escuros argilosos. Em menor quantidade verificam-se Solos Orgânicos nas planícies de inundação e Solos Concrecionários Latossólicos nos bordos de chapadas. A segunda região, ao sul da folha, é bastante diversificada litologicamente, o que se reflete em grande diversificação pedológica também. A grosso modo pode-se distinguir os sedimentos da Formação Pantanal à sudoeste onde se formaram Latossolos de textura média, os basaltos da Formação Tapirapuã à leste, onde se formaram Latossolos Roxos e Terras Roxas Estruturadas, as litologias da Formação Diamantino que invariavelmente originaram Cambissolos, o Grupo Cuiabá onde os Solos Concrecionários junto a Cambissolos são os solos principais, e por fim as diversas litologias da Província Serrana à sudoeste, onde Solos Litólicos e Afloramentos de Rocha são os mais expressivos. No tocante a uso agrícola, verifica-se plantio de lavouras (soja principalmente) na porção noroeste da folha (Chapada dos Parecis e Planalto de Tapirapuã) enquanto no restante da área o predomínio absoluto é com pastagens plantadas, particularmente de capim brachiária.

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    A presente memória técnica refere-se aos trabalhos de geomorfologia das folhas Rio Sucunduri (MIR-246) e Rio Aripuanã (MIR-272), códigos SC.21-V-A e SC.21-V-C, respectivamente. (Mapa 001). Esta carta compreende parte da região norte do Estado de Mato Grosso, abrangendo uma área entre os meridianos 58°30' e 60°00' de longitude oeste de Gr. e paralelos 10º00' e 8°48' de latitude sul, tendo como destaques geográficos a Serra São João de Barra e os rios Aripuanã e Juruena. A norte, na Folha MIR-246, faz limites com o Estado do Amazonas. Os únicos núcleos urbanos que existem nestas folhas são as vilas de Colniza, Nova União e Boa Esperança, com acesso através das MT–418, MT–208 e MT–206. Cabe ressaltar, que nestas folhas o acesso é restrito, sendo que os pontos de campo foram realizados na área dos Sistemas de Aplanamento S3 e no Sistema de Dissecação em Colinas e Morros, Cl-Mr. Os outros sistemas apresentam considerações inferidas a partir das imagens de satélite, e por similitude de características presentes em áreas com modelado similar.

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    A presente Memória Técnica refere-se à descrição dos trabalhos de Pedologia das folhas Calama, Rio Roosevelt, Rio Machadinho e Rio Guariba – MIR-244, 245, 270 e 271, respectivamente, situadas na porção noroeste do Estado de Mato Grosso, entre os paralelos 8°00’ e 10°00’ de latitude sul e os meridianos 60o00’ e 63°00’ de longitude oeste de Gr. (Mapa 001). De todas, apenas a Folha Rio Guariba (SC.20-X-D) encontra-se totalmente dentro dos limites do Estado de Mato Grosso. As demais contemplam apenas pequenas porções do mesmo. A área limita-se ao norte com o Estado do Amazonas e a oeste com Rondônia. O principal centro urbano corresponde à localidade de Panela. Os rios Roosevelt, Guariba, Branco e Madeirinha são os principais cursos d’água da área, drenando-a no sentido sul-norte e se constituem em vias potenciais de transporte, principalmente no período chuvoso. O acesso rodoviário é limitado à rodovia MT-206, que serve a porção nordeste da área até a região central (Rio Roosevelt). No extremo noroeste há também pequeno trecho de estrada, que liga o garimpo São Francisco à rodovia Transamazônica, porém de trafegabilidade temporária. A área, em praticamente toda sua extensão, está contida na região do embasamento cristalino, representada por litologias do Complexo Xingu e da Formação Prainha e tem como peculiaridades a formação de solos podzolizados, ocorrendo só ou em regime de associação com solos mais jovens, do tipo Solos Litólicos e Areias Quartzosas. Ao norte verificam-se algumas feições mais elevadas e antigas, cuja natureza difere do restante da área. Nestas, ocorrem solos de pequeno desenvolvimento, tipo Areias Quartzosas e Plintossolos, sob vegetação de Cerrado e Campo Cerrado, o que contrasta com a Floresta Equatorial Subperenifólia que é dominante no restante. Merecem destaque nessa região, grandes áreas acompanhando a porção inferior das vertentes, ao longo dos grandes rios, que são constituídas por material diferenciado. Este material origina solos mais intemperizados e álicos, em conseqüência dos efeitos do provável retrabalhamento a que foi submetido.

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    A presente Memória Técnica refere-se aos trabalhos de geomorfologia executados nas folhas Baía Grande (MIR-385/401), Jauru (MIR-386) e Serra do Baú (MIR-402), que possuem os códigos SD.20-Z-D, SE.20-X-B, SD.21-Y-C e SE.21-V-A, respectivamente.(Mapa 001). Estas cartas compreendem parte da região sudoeste do Estado de Mato Grosso, abrangendo uma área entre os meridianos 58°30' e 60°34' de longitude oeste de Gr. e paralelos 15°00' e 16°15' de latitude sul, tendo como destaque as Serras Santa Bárbara, da Borda e do Baú, o Rio Barbado, além do Pantanal. A folha Baía Grande/Serra do Baú contém a divisa internacional entre Brasil e Bolívia, sendo que o marco divisório ocorre predominantemente por linha seca a não ser na porção da divisa, ao noroeste, na Folha Baía Grande, que se dá através do Rio Verde. Deste modo, só a Folha Jauru insere-se totalmente no Estado de Mato Grosso. O centro urbano e sócio-econômico mais importante nos limites da área é a cidade de Pontes e Lacerda, edificada na margem esquerda do Rio Guaporé, na porção norte-noroeste da Folha Jauru. No extremo noroeste desta folha, tem-se a cidade histórica de Vila Bela da Santíssima Trindade, localizada na margem direita do Rio Guaporé; e, na porção centro-leste, a cidade de Jauru. A BR-174 que interliga Cuiabá (MT) e Vilhena (RO), corta a Folha Jauru diagonalmente com direção geral noroeste e passa ao lado da cidade de Pontes e Lacerda. Dessa rodovia parte a MT-248 que se dirige para a cidade de Jauru. De Pontes e Lacerda, através da MT-246 atinge-se a cidade de Vila Bela da Santíssima Trindade. As folhas Serra do Baú e Jauru abrigam o divisor de águas das bacias do Guaporé e Paraguai. Os principais rios que fazem parte da Bacia do Guaporé correspondem ao próprio Guaporé, Rio Alegre, Rio Verde, e ao Corixo Gomalina; e da Bacia do Paraguai os rios Aguapeí e Jauru. Setenta por cento da área sob enfoque é drenada pelos tributários da bacia do Rio Guaporé. Na porção limítrofe entre as folhas Baía Grande, Jauru e Serra do Baú, com predomínio na Folha Baía Grande, tem-se terrenos que fazem parte do pantanal do Guaporé, enquanto que, na porção oriental da Folha Serra do Baú, iniciam-se as cabeceiras do pantanal do Paraguai.