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    Cartas temáticas na escala 1:250.000 que constituem o documento básico para a elaboração do Mapa Geológico na escala de 1:1.500.000, conforme previsto na proposta técnica do “Diagnóstico Sócio-Econômico-Ecológico do Estado do Mato Grosso”. Segundo o encarte internacional para a escala 1:250.000, o Estado de Mato Grosso comporta um total de 74 cartas, em função do seu contorno geográfico. A articulação final das cartas que recobrem o Estado e compõem as memórias técnicas, obedeceu uma padronização cartográfica ideal, definida pelo projeto, conforme ilustram o Quadro 001 e o Mapa 001, disponível na Apresentação Geral das Memórias Técnicas, na onde pode ser visualizada a articulação das 53 memórias técnicas e a relação das respectivas cartas na escala 1:250.000. A presente Memória Técnica refere-se aos trabalhos de geologia executados na Folha Porto dos Gaúchos - MIR 318 (SC.21-Y-D); localizada no centro-oeste do Estado, entre os paralelos 11°00’ e 12°00’ de latitude sul e entre os meridianos 57°00’ e 58°30’ de longitude oeste de Gr. (Mapa 001). Os centros urbanos inseridos no contexto da folha correspondem às cidades de Juara, Novo Horizonte do Norte e Porto dos Gaúchos, situadas na porção oriental e dispostas relativamente próximas entre si, sendo que o núcleo sócio-econômico mais desenvolvido corresponde à cidade de Juara. A área é razoavelmente cortada por malha rodoviária, podendo ser acessada pela MT 170, a partir de Brasnorte (a sudoeste) ou Juína (a oeste); pela MT 338 (estrada da baiana), saindo de Tapurá (a sudeste); e pela MT 220, através da cidade de Sinop (a oeste). Possui ampla rede de drenagem, representada pelos tributários dos rios Arinos, Juruena e do Sangue.

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    Cartas temáticas na escala 1:250.000 que constituem o documento básico para a elaboração do Mapa Geológico na escala de 1:1.500.000, conforme previsto na proposta técnica do “Diagnóstico Sócio-Econômico-Ecológico do Estado do Mato Grosso”. Segundo o encarte internacional para a escala 1:250.000, o Estado de Mato Grosso comporta um total de 74 cartas, em função do seu contorno geográfico. A articulação final das cartas que recobrem o Estado e compõem as memórias técnicas, obedeceu uma padronização cartográfica ideal, definida pelo projeto, conforme ilustram o Quadro 001 e o Mapa 001, disponível na Apresentação Geral das Memórias Técnicas, na onde pode ser visualizada a articulação das 53 memórias técnicas e a relação das respectivas cartas na escala 1:250.000. A presente Memória Técnica refere-se aos trabalhos de geologia executados na Folha Rio Claro - MIR 356 (SD.21-X-C), localizada na região centro-oeste do Estado, entre os paralelos 13°00’ e 14°00’ de latitude sul e entre os meridianos 55°30’ e 57°00’ de longitude oeste de Gr. (Mapa 001). A folha abriga três importantes centros urbanos: São José do Rio Claro, situada na porção oeste e acessada pela MT-010; Nova Mutum, ao sul da área; e Lucas do Rio Verde, no limite norte, sendo estas duas últimas dispostas ao longo da BR-163, uma das mais importantes estradas do Estado, que interliga Cuiabá (MT) a Santarém (PA). A rede de drenagem é constituída pelas bacias dos rios Arinos e Teles Pires, situadas, respectivamente, nas porções ocidental e oriental da folha, apresentando como afluentes principais os rios Alegre e Claro, para bacia do Arinos e Rio Verde, para a bacia do Teles Pires.

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    Cartas temáticas na escala 1:250.000 que constituem o documento básico para a elaboração do Mapa Geológico na escala de 1:1.500.000, conforme previsto na proposta técnica do “Diagnóstico Sócio-Econômico-Ecológico do Estado do Mato Grosso”. Segundo o encarte internacional para a escala 1:250.000, o Estado de Mato Grosso comporta um total de 74 cartas, em função do seu contorno geográfico. A articulação final das cartas que recobrem o Estado e compõem as memórias técnicas, obedeceu uma padronização cartográfica ideal, definida pelo projeto, conforme ilustram o Quadro 001 e o Mapa 001, disponível na Apresentação Geral das Memórias Técnicas, na onde pode ser visualizada a articulação das 53 memórias técnicas e a relação das respectivas cartas na escala 1:250.000. A presente Memória Técnica refere-se aos trabalhos de geologia executados na Folha Ilha 24 de Maio - MIR 299 (SC.21-Z-A), situada no norte do Estado de Mato Grosso, entre os paralelos 10°00’ e 11°00’ de latitude sul e entre os meridianos 55°30’ e 57°00’ de longitude oeste de Gr. (Mapa 001). Os centros urbanos mais importantes correspondem às cidades de Nova Canaã do Norte e Colorado do Norte. O principal acesso corresponde à MT 320, que interliga as cidades de Alta Floresta e Colíder, passando por Nova Canaã do Norte, cobrindo o leste da área. As porções norte e noroeste são acessadas a partir de Alta Floresta, por estrada secundária que se direciona ao Garimpo do Cabeça, situado no centro da respectiva folha e pela MT 160, que liga o Salto de Apiacás à MT 200. O Rio Teles Pires assume grande expressão na porção oriental da folha, enquanto a bacia do Rio dos Apiacás drena sua porção ocidental.

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    A presente Memória Técnica refere-se a descrição dos trabalhos de Pedologia da Folha Sinop, MIR-320, situada na porção norte do Estado de Mato Grosso entre os paralelos 11°00’ e 12°00’ de latitude sul e os meridianos 54°00’ e 55°30’ de longitude oeste de Gr. (Mapa 001). O principal centro urbano corresponde à localidade de Sinop. O principal acesso rodoviário corresponde a BR-163. Os rios Arraias e Tartaruga são os principais cursos d’água da área, drenando-a no sentido sul-norte. A maior parte desta folha encontra-se sobre litologias da Formação Utiariti, que tem como característica primordial o desenvolvimento de solos bastante intemperizados, em sua maioria absoluta latossólicos, associados a relevos plano e suave ondulado. Esparsamente ocorrem solos menos evoluídos como Solos Concrecionários e Solos Litólicos, entretanto, em pontos localizados apenas. Verifica-se também ocorrência de Latossolos de textura mais leve associados com Areias Quartzosas, principalmente quando aproxima-se das linhas de drenagens. O relevo apresenta pouca variação, sendo o domínio completo do tipo plano seguido do suave ondulado. Este último mais associado às linhas de drenos. Ocorre também em menor escala o relevo ondulado e o forte ondulado nos morros localizados ao norte da folha, próximo a Marcelândia. A vegetação que ocorre na folha é dominantemente a Floresta Equatorial Subcaducifólia, onde a exploração madeireira é sem dúvida a principal atividade econômica. Os aspectos de uso agrícola são ainda incipientes, tendo a pecuária como a atividade de maior destaque, enquanto agricultura somente de subsistência. Em relação aos solos, pode-se citar a ocorrência dos Latossolos Vermelho-Escuros dominando toda a parte leste e a difícil separação destes quando de textura média, das Areias Quartzosas, principalmente nos relevos mais planos. Ocorre em alguns pontos o que se tem caracterizado como covoais, constituídos de solos com plintita e muitas vezes Plintossolos. As planícies aluvionares são constituídas por Solos Aluviais, Gleis Pouco Húmicos e também Plintossolos.

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    A presente Memória Técnica refere-se aos trabalhos de geomorfologia executados na Folha Rosário Oeste - MIR-372, código SD -21-Z-A. (Mapa 001). A folha está localizada entre os meridianos 55º30’ e 57º00’ a oeste de Gr. e paralelos 14º00’ e 15º00’ de latitude sul, correspondendo a parte da região centro-sul do Estado de Mato Grosso (Mapa 001). A área mapeada desta folha compreende porções da Chapada e do Planalto dos Parecis drenadas tanto por cursos d´água da Bacia Platina como da bacia Amazônica, onde abriga as cabeceiras do Rio Arinos e de seus afluentes rios Novo e Claro, todos da Bacia do Rio Juruena. A área apresenta linhas de escarpas denominadas de Serra da Caixa Furada, Serra do Cuiabá, Serra Santa Rita ou Serra Quebó, e faz o limite com a Depressão do Rio Cuiabá. Na porção setentrional da folha, tem-se a Chapada e o Planalto dos Parecis (RADAMBRASIL, 1982) sustentados por sedimentos cretáceos do Grupo Parecis. Este Planalto encontra correspondência com os Sistemas de Aplanamento Ap1 e Ap2. Na porção central da folha. Parte do Sistema Ap2 estende-se sobre as Formações Raizama e Sepotuba, do Grupo Alto Paraguai. Ao redor das cidades de Arenápolis e Nortelândia ocorre o frontão da escarpa do Planalto de Tapirapuã, este sustentado por derrames basálticos da Formação Tapirapuã.

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    A presente Memória Técnica refere-se a descrição dos trabalhos de Pedologia da Folha Cuiabá – MIR-388, situada na porção sul do Estado de Mato Grosso, entre os paralelos 15°00’e 16°00’de latitude sul e os meridianos 55°30’ e 57°00’ de longitude oeste de Gr. (Mapa 001). Os principais centros urbanos correspondem às cidades de Cuiabá e Várzea Grande. As BR-364, BR-070 e BR-163, são os principais acessos rodoviários. O Rio Cuiabá e seus afluentes são os principais cursos d'água da área, drenando-a no sentido norte-sul. Trata-se de uma folha muito diversificada no contexto ambiental, sendo verificados variações consideráveis no tocante a solos, geologia, vegetação e relevo, principalmente. De um modo geral, pode-se destacar a região da Chapada dos Guimarães à nordeste, onde há predomínio de Areias Quartzosas relacionadas a arenitos, Latossolos de textura argilosa e Solos Concrecionários, ligados a pequenas ocorrências da Superfície Peneplanizada Terciária, alguns Podzólicos de litologias da Formação Ponta Grossa e Solos Litólicos e Cambissolos nas bordas. Outra região que merece destaque é a conhecida Província Serrana que ocorre na porção noroeste da folha. Sobre os relevos aguçados invariávelmente ocorrem Solos Litólicos e Afloramentos de Rocha sob vegetação de Cerrado e/ou Floresta e ligados tanto a calcários quanto a arenitos, argilitos e quartzitos de várias formações geológicas. Alguns Podzólicos eutróficos ligados a calcários, Cambissolos e Latossolos são comuns na região entre as serras. No extremo sudeste, um conjunto de relevos movimentados conhecidos como Serra de São Vicente, apresentam Podzólicos Vermelho-Amarelos ora sob Floresta e ora sob Cerrado, ligados em sua maioria a rochas graníticas (Granito São Vicente). Vale ainda mencionar a porção pertinente ao pantanal que abrange pequena superfície na parte sul da folha. É constituída por sedimentos recentes da Formação Pantanal, tem vegetação de Campo Cerrado e Cerrado e o Plintossolo é o solo de maior ocorrência. O restante da folha compreende a região conhecida como Depressão Cuiabana, que é constituída principalmente por litologias do Grupo Cuiabá. Pedologicamente, os Solos Concrecionários são os principais representantes alternado-se aqueles com B câmbico, B textural e B latossólico. A presença de plintita é uma constante para a maioria destes solos. Cambissolos concrecionários e não concrecionários, plínticos e não plínticos, pedregosos e não pedregosos de textura média e argilosa têm também presença significativa. Latossolos Vermelho-Amarelos e Vermelho-Escuros ligados a materiais que recobrem as litologias do Grupo Cuiabá são uma constante nesta região. Todos invariavelmente sob vegetação de Cerrado Tropical Subcaducifólio. Pastagem plantada de brachiaria é o tipo de atividade agrícola mais freqüente na folha, em todas as distintas regiões.

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    A presente Memória Técnica refere-se a descrição dos trabalhos de Aptidão Agrícola das Terras da Folha Utiariti, MIR-355, situada na porção centro-oeste do Estado de Mato Grosso entre os paralelos 12°00’ e 13°00’ de latitude sul e os meridianos 57°00’ e 58°30’ de longitude oeste de Gr. (Mapa 001). O principal centro urbano corresponde à cidade de Campo Novo do Parecis. O principal acesso rodoviário corresponde à MT-358. Os rios Papagaio e do Sangue são os principais cursos d’água da área, drenando-a no sentido sul-norte. A folha no seu quase todo está situada sobre a Superfície Peneplanizada Terciária, onde se desenvolveram solos bastantes intemperizados em sua maioria absoluta (Latossolos). Nas partes de relevo mais movimentado ocorrem Areias Quartzosas, relacionadas à arenitos da Formação Utiariti. O relevo apresenta pouca variação, sendo majoritariamente plano e suave ondulado. A vegetação dominante é Cerrado, seguido da Floresta Tropical Subcaducifólia, ocorrendo também em menores proporções o Cerradão (Carrasco). Em termos de ocupação, a agricultura de grãos é o que domina na região excetuando-se as reservas indígenas. Em menor escala tem-se a exploração de madeireira e a pecuária.

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    A presente Memória Técnica refere-se a descrição dos trabalhos de Pedologia das folhas Serra do Roncador – MIR-322 e São Félix do Araguaia – MIR-323, situadas na porção nordeste do Estado de Mato Grosso entre os paralelos 11°00’ e 12°00’ de latitude sul e os meridianos 49°30’ e 52°30’ de longitude oeste de Gr. (Mapa 001). A área em sua porção leste limita-se com o Estado do Tocantins, sendo que em razão disto apenas parte da Folha São Félix do Araguaia encontra-se totalmente dentro dos limites territoriais do Estado do Mato Grosso. Os principais centros urbanos correspondem às localidades de São José do Xingu e São Félix do Araguaia. O principal acesso rodoviário corresponde à BR-158. O Rio Araguaia é o principal curso d’água da área, drenando-a no sentido sul-norte. É constituída basicamente por três formações geológicas: à oeste, a Formação Utiariti onde se desenvolvem Latossolos; à leste, a Formação Bananal onde se originam os Plintossolos e Latossolos plínticos e na parte central, a Formação Diamantino, onde ocorrem Podzólicos e Latossolos. A vegetação à oeste é representada pela Floresta Equatorial Subcaducifólia, que ocorre em relevo plano e suave ondulado, e à leste pelo Cerradão e Cerrado Equatorial Subcaducifólios com Floresta de Galeria e principalmente o Campo Cerrado (covoal), em condição de relevo plano e suave ondulado. A pecuária destaca-se como principal atividade agropecuária, devendo-se salientar também o extrativismo madeireiro. Lavouras de subsistência são encontradas em alguns locais. Nas planícies de rios e córregos, encontram-se solos gleizados (Gleis Pouco Húmicos), Plintossolos e Solos Aluviais, sob vegetação de Floresta Equatorial Hidrófila de Várzea.

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    A presente memória técnica refere-se aos trabalhos de geomorfologia executados nas folhas Nova Xavantina (MIR-375) e Itapaci (MIR-376), que possuem códigos SD.22-Y-B e SD.22-Z-A, respectivamente (Mapa 001). Estas cartas compreendem parte da região Sudeste do Estado de Mato Grosso, abrangendo uma área entre os meridianos 50°55 e 52°30' de longitude oeste de Gr. e paralelos 14°00' e 15°00' de latitude sul. As principais cidades localizadas nesta folha são Nova Xavantina Água Boa e Cocalinho, ambas localizadas na principal via de acesso regional, a BR-158, que corta a folha na direção norte-sul. Outros acessos principais são a MT-326 e MT-100. A principal reserva indígena localizada nesta folha é denominada de Terra Indígena dos Areões. A área pertence à bacia hidrográfica do Rio Araguaia, tendo como principais rios o das Mortes, Pindaíba e o Araguaia, este último servindo de limite com o Estado de Goiás.

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    Cartas temáticas na escala 1:250.000 que constituem o documento básico para a elaboração do Mapa Geológico na escala de 1:1.500.000, conforme previsto na proposta técnica do “Diagnóstico Sócio-Econômico-Ecológico do Estado do Mato Grosso”. Segundo o encarte internacional para a escala 1:250.000, o Estado de Mato Grosso comporta um total de 74 cartas, em função do seu contorno geográfico. A articulação final das cartas que recobrem o Estado e compõem as memórias técnicas, obedeceu uma padronização cartográfica ideal, definida pelo projeto, conforme ilustram o Quadro 001 e o Mapa 001, disponível na Apresentação Geral das Memórias Técnicas, na onde pode ser visualizada a articulação das 53 memórias técnicas e a relação das respectivas cartas na escala 1:250.000. A presente Memória Técnica refere-se aos trabalhos de geologia executados na Folha Barra do Bugres - MIR 387 (SD.21-Y-D), localizada na região centro-sul do Estado, entre os paralelos 15°00’ e 16°00’ de latitude sul e os meridianos 57°00’ e 58°30’ de longitude oeste de Gr. (Mapa 001). A Folha Barra do Bugres é drenada pelo Rio Paraguai e seus afluentes da margem direita: rios Cabaçal e Jauru. Os centros urbanos mais importantes são Barra do Bugres, Mirassol D’Oeste, São José dos Quatro Marcos e Araputanga. A principal via de acesso para as cidades da folha é a BR-174, Rodovia Cuiabá-Porto Velho, interligada com rodovias estaduais como a MT-247.