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    A presente Memória Técnica refere-se à descrição dos trabalhos de Pedologia das folhas Calama, Rio Roosevelt, Rio Machadinho e Rio Guariba – MIR-244, 245, 270 e 271, respectivamente, situadas na porção noroeste do Estado de Mato Grosso, entre os paralelos 8°00’ e 10°00’ de latitude sul e os meridianos 60o00’ e 63°00’ de longitude oeste de Gr. (Mapa 001). De todas, apenas a Folha Rio Guariba (SC.20-X-D) encontra-se totalmente dentro dos limites do Estado de Mato Grosso. As demais contemplam apenas pequenas porções do mesmo. A área limita-se ao norte com o Estado do Amazonas e a oeste com Rondônia. O principal centro urbano corresponde à localidade de Panela. Os rios Roosevelt, Guariba, Branco e Madeirinha são os principais cursos d’água da área, drenando-a no sentido sul-norte e se constituem em vias potenciais de transporte, principalmente no período chuvoso. O acesso rodoviário é limitado à rodovia MT-206, que serve a porção nordeste da área até a região central (Rio Roosevelt). No extremo noroeste há também pequeno trecho de estrada, que liga o garimpo São Francisco à rodovia Transamazônica, porém de trafegabilidade temporária. A área, em praticamente toda sua extensão, está contida na região do embasamento cristalino, representada por litologias do Complexo Xingu e da Formação Prainha e tem como peculiaridades a formação de solos podzolizados, ocorrendo só ou em regime de associação com solos mais jovens, do tipo Solos Litólicos e Areias Quartzosas. Ao norte verificam-se algumas feições mais elevadas e antigas, cuja natureza difere do restante da área. Nestas, ocorrem solos de pequeno desenvolvimento, tipo Areias Quartzosas e Plintossolos, sob vegetação de Cerrado e Campo Cerrado, o que contrasta com a Floresta Equatorial Subperenifólia que é dominante no restante. Merecem destaque nessa região, grandes áreas acompanhando a porção inferior das vertentes, ao longo dos grandes rios, que são constituídas por material diferenciado. Este material origina solos mais intemperizados e álicos, em conseqüência dos efeitos do provável retrabalhamento a que foi submetido.

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    A presente Memória Técnica refere-se à descrição dos trabalhos de Pedologia das folhas Rio Comandante Fontoura e Rio Capivara, MIR-302 e 277, situadas na porção nordeste do Estado de Mato Grosso entre os paralelos 9°00’ e 11°00’ de latitude sul e os meridianos 51°00’ e 52°30’ de longitude oeste de Gr.Mapa 001. A área se limita ao norte com o Estado do Pará, na altura do paralelo 9°45’S. Os principais centros urbanos correspondem às localidades de Confresa, Vila Rica e Porto Alegre do Norte. O principal acesso rodoviário corresponde à BR-158. O Rio Comandante Fontoura é o principal curso d’água da área, drenando-a no sentido sul-norte. A área apresenta ao norte rochas da Formação Iriri, da Suíte Intrusiva Rio Dourado e do Complexo Xingu, onde se desenvolveram Solos Litólicos e Podzólicos Vermelho-Amarelos fase pedregosa, em relevo que varia de suave ondulado a montanhoso e sob cobertura vegetal de Floresta, Cerradão e contato Floresta-Cerradão Equatorial Subcaducifólios. A oeste da Folha Rio Comandante Fontoura (SC.22-Y-B) desenvolveram-se Latossolos Vermelho-Amarelos e Vermelho-Escuros, a partir de sedimentos da Formação Utiariti. Solos Concrecionários sob vegetação de contato Cerradão-Floresta Equatorial Subcaducifólia, ocorrem em manchas na porção central da área. A sudeste e sul, em relevo plano e suave ondulado, ocorrem Latossolos Vermelhos-Amarelos, Vermelho-Escuros e Plintossolos, todos sob vegetação de Cerrado e Campo Cerrado. A sudoeste, em área da Formação Utiariti, desenvolveram-se solos Podzólicos Vermelho-Amarelos associados a Latossolos Vermelho-Amarelos e Vermelho-Escuros. Nas planícies dos córregos e rios, originados de sedimentos aluvionares recentes, ocorrem Gleis Pouco Húmicos e Plintossolos em relevo plano. Em relação ao uso agrícola, a área é essencialmente pecuarista, enquanto a agricultura se limita a lavouras de subsistência. O extrativismo madeireiro também é destaque.

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    A presente Memória Técnica refere-se à descrição dos trabalhos de Pedologia da Folha Tapaiuna, MIR 298, situada na porção noroeste do Estado de Mato Grosso, entre os paralelos 10º 00’ e 11º 00’ de latitude sul e os meridianos 57º 00’ e 58º 30’ de longitude oeste de Gr. (Mapa 001). O principal centro urbano corresponde à cidade de Juruena. Os principais acessos rodoviários correspondem às MT-160 e MT-170. Os rios Juruena e Arinos são os principais cursos d’água da área, drenando-a no sentido sul-norte. Constitui uma folha bastante diversificada no tocante a solos, em função de haver também diversificação significativa do ponto vista litológico, geomorfólogico e de vegetação. A nível macro, pode-se distinguir duas grandes regiões, a saber: uma primeira de natureza sedimentar, que é representada pela Serra dos Caiabis. Trata-se de uma grande estrutura que ocupa a porção centro-leste da folha e é constituida por litologias da Formação Dardanelos.A outra região que circunda esta estrutura, é representada por litologias cristalinas do Complexo Xingu. No primeiro caso (Serra dos Caiabis), observa-se algumas situações distintas assim definidas: uma grande faixa que ocorre nas bordas oeste, sul e norte desta estrutura, onde se desenvolveram Areias Quartzosas ocorrendo alternadamente com Solos Concrecionários e Latossolos de textura média, além de Solos Litólicos, nos níveis mais elevados (faixas sul e oeste), geralmente sob Cerrado e relacionadas a arenitos. Na faixa norte, em nível ligeiramente inferior, desenvolveram-se Latossolos também associados a Solos Concrecionários e Solos Litólicos. Uma outra situação é a parte central desta estrutura, deprimida em relação às bordas anteriormente descritas e onde se desenvolveram solos arenosos e areno-argilosos (Podzólicos, Areias Quartzosas e Plintossolos, geralmente com presença de plintita) em sua porção leste, enquanto na porção oeste se desenvolveram Podzólicos de textura argilosa. A vegetação encontrada é tanto do tipo Floresta, quanto Cerrado, Campo Cerrado e Carrasco. Uma segunda região é a área que circunda esta estrutura. Nela, sobre litologias do Complexo Xingu, há o predomínio de Podzólicos Vermelho-Amarelos de textura média/argilosa ou argilosa, em sua maioria distróficos, às vezes eutróficos, às vezes plínticos, com fase rochosa ou não, associados a Podzólicos Vermelho-Escuros, a Cambissolos ou a Solos Litólicos. Ocorrência de Latossolos é verificada relacionada a materiais que recobrem as litologias do Complexo Xingu, conforme se verifica nas proximidades de Juruena. O relevo varia de suave ondulado a forte ondulado e a vegetação é do tipo Floresta Equatorial Subperenifólia. Nas planícies dos rios ou córregos predominam solos Glei Pouco Húmico. O uso agrícola predominante na folha é com pastagem (pecuária extensiva) na área do embasamento, enquanto sobre os sedimentos da estrutura central apenas algumas poucas pastagens são verificadas. A exploração madeireira é também uma atividade generalizada no contexto da folha.

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    A presente Memória Técnica refere-se a descrição dos trabalhos de Pedologia das folhas Serra Ricardo Franco e Uirapuru, MIR-369 e 370, situadas na porção sudoeste do Estado de Mato Grosso entre os paralelos 14°00’ e 15°00’ de latitude sul e os meridianos 58°30’ e 61°30’ de longitude oeste de Gr. (Mapa 001). Os principais centros urbanos correspondem às localidades de Conquista do Oeste e Ricardo Franco. Os principais acessos rodoviários correspondem às BR-174 e BR-364. O Rio Guaporé e afluentes são os principais cursos d’água da área, drenando-a no sentido sul-norte. Nesta área distinguem-se algumas situações que são responsáveis por diferenciações significativas no tocante à natureza dos solos. A porção leste é constituída pela região da Chapada (Planalto) dos Parecis e a porção oeste é representada pela Depressão do Guaporé, sendo que entre estas duas fisionomias se distingue uma faixa constituída de litologias cristalinas do Complexo Xingu. Outra fisionomia importante é representada pelos Planaltos Residuais do Alto Guaporé representados por um conjunto de serras. Nelas distinguem-se feições aplanadas com solos desenvolvidos, áreas muito declivosas e escarpadas com solos jovens e situações intermediárias. No Planalto dos Parecis ocorrem Latossolos Vermelhos-Escuros e Vermelho-Amarelos de textura média, argilosa e muito argilosa, relacionados ora à Superfície Peneplanizada Terciária e ora aos arenitos da Formação Utiariti, sob vegetação de Cerrado e Cerradão Subcaducifólios. Ocorrem ainda Areias Quartzosas que têm sua origem ligada aos arenitos da Formação Utiariti e estão sob vegetações de Cerrado Tropical Subcaducifólio e Carrasco. Todos em relevo plano e suave ondulado. Na faixa de ocorrência de litologias do Complexo Xingu, verifica-se o desenvolvimento de solos podzolizados em sua grande maioria, em relevo desde plano a forte ondulado sob vegetação de Floresta Tropical Subcaducifólia. Alguns Latossolos ligados à coberturas sobre estas litologias são verificados também. Na Depressão do Guaporé ocorrem principalmente Latossolos em sua grande maioria em relevo plano e sob vegetação de Floresta Tropical Subcaducifólia e também Plintossolos sob vegetação de Campo Cerrado (covoal). Na Serra Ricardo Franco, nas partes mais declivosas, ocorrem Solos Litólicos, com vegetação de Cerrado, Campo Cerrado e Floresta Tropical Subcaducifólia, geralmente associados a Cambissolos. No topo ocorrem Areias Quartzosas em relevo plano e suave ondulado sob vegetação de Cerrado e alguns Latossolos de textura média. As planícies e terraços dos rios são constituídos por Gleis Pouco Húmicos e Solos Aluviais em sua maioria. Quanto à utilização da área, na Depressão do Guaporé se verificam grandes fazendas de gado de corte e extração de madeira e palmito, que são ainda atividades bem lucrativas na região. No Planalto dos Parecis, existem plantios comerciais de soja e milho, além de algumas lavouras de cana-de-açúcar, sobre os Latossolos de textura argilosa e muito argilosa, enquanto sobre Areias Quartzosas e Latossolos de textura média, algumas pastagens são conduzidas. A exploração de ouro na Serra de São Vicente, é também uma atividade de destaque na região.

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    Cartas temáticas na escala 1:250.000 que constituem o documento básico para a elaboração do Mapa Geológico na escala de 1:1.500.000, conforme previsto na proposta técnica do “Diagnóstico Sócio-Econômico-Ecológico do Estado do Mato Grosso”. Segundo o encarte internacional para a escala 1:250.000, o Estado de Mato Grosso comporta um total de 74 cartas, em função do seu contorno geográfico. A articulação final das cartas que recobrem o Estado e compõem as memórias técnicas, obedeceu uma padronização cartográfica ideal, definida pelo projeto, conforme ilustram o Quadro 001 e o Mapa 001, disponível na Apresentação Geral das Memórias Técnicas, na onde pode ser visualizada a articulação das 53 memórias técnicas e a relação das respectivas cartas na escala 1:250.000. A presente Memória Técnica refere-se aos trabalhos de geologia executados na Folha Barra do Garças - MIR 391 (SD.22-Y-D), localizada no sudeste do estado, na fronteira com o Estado de Goiás, entre os paralelos 15°00’ e 16°00’ de latitude sul e entre os meridianos 51°00’ e 52°30’ de longitude oeste de Gr. (Mapa 001). As cidades mais importantes no âmbito da folha são Barra do Garças no Estado de Mato Grosso e Aragarças em Goiás. Ambas as cidades são unidas pela ponte sobre o Rio Araguaia. No Estado de Mato Grosso, mais ao norte, está a cidade de Araguaiana. O principal acesso a área se faz pela BR-070, que representa a mais importante via de acesso para a porção sudeste do Estado, permitindo interligação com as demais rodovias que cortam outras regiões no interior da folha. Os rios mais importantes são o Rio Araguaia e o das Garças, este último com foz no Rio Araguaia, onde encontra-se a cidade de Barra do Garças. O Rio das Garças drena a porção meridional da folha, enquanto o Araguaia constitui a fronteira natural entre os Estados de Mato Grosso e Goiás, cortando a folha no sentido diagonal de SW para NE.

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    A presente Memória Técnica refere-se aos trabalhos de geomorfologia executados nas folhas Mineiros (MIR-420) e Parque Nacional das Emas (MIR-433), que possuem códigos SE.22-V-C e SE.22-Y-A, respectivamente, (Mapa 001). Estes mapas compreendem parte da região sudeste do Estado de Mato Grosso, abrangendo uma área entre os meridianos 53°00’ e 54°00’ de longitude oeste de Gr., e os paralelos 17°00’ e 18°00’ de latitude sul, tendo como destaque as serras Preta e Vermelha e o Rio Araguaia. O centro urbano mais importante da região é a cidade de Alto Araguaia (MT) na margem esquerda do Rio Araguaia, enquanto que na margem direita tem-se a cidade de Santa Rita do Araguaia (GO). Alto Araguaia pode ser atingida pela BR-364 a partir de Cuiabá passando por Rondonópolis, sendo que a MT-100 interliga as cidades de Alto Paraguai e Alto Taquari na porção centro-sul da Folha Mineiros. Quatro pequenas manchas, totalizando cerca de 150 km2, ocorre na Folha Parque Nacional das Emas, ao norte do Rio Taquari, pertencentes ao Estado de Mato Grosso, sendo que o restante da área, nos limites da folha, pertencem aos estados de Goiás e Mato Grosso do Sul. A rede hidrográfica compreende as cabeceiras dos rios Araguaia, Taquari e seus afluentes, formadores das bacias hidrográficas do Araguaia e Alto Paraguai, respectivamente.

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    A presente Memória Técnica refere-se a descrição dos trabalhos de Pedologia da Folha São José do Xingu, MIR-301, situada na porção nordeste do estado de Mato Grosso, entre os paralelos 10°00’ e 11°00’ de latitude sul e os meridianos 52°30’e 54°00’ de longitude oeste de Gr. (Mapa 001). O principal centro urbano corresponde à localidade de São José do Xingu. O principal acesso rodoviário corresponde à BR-080. O Rio Xingu é o principal curso d’água da área, drenando-a no sentido sul-norte. A área possui como via de acesso principal o prolongamento da BR-080 que liga São José do Xingu à Peixoto de Azevedo, atravessando o rio Xingu em balsa, na reserva indígena do Xingu (Parque Nacional do Xingu). A área possui grandes extensões de terras na bacia do Rio Xingu sobre arenitos da Formação Utiariti, onde o relevo é plano e suave ondulado e a cobertura vegetal é de Floresta Equatorial Subcaducifólia. Nesta situação predominam Latossolos Vermelho-Escuros distróficos e álicos e subordinadamente Latossolos Vermelho-Amarelos distróficos, todos de textura média. Ao norte da folha estão presentes solos podzolizados originados da decomposição de rochas das Formações Cubencranquem e Iriri em relevo que varia de plano a ondulado e sob cobertura vegetal de Floresta Equatorial Subcaducifólia e contato Cerrado/Floresta Equatorial Subcaducifólia. Neste mesmo domínio, ocorrendo esparsamente, verificam-se solos menos desenvolvidos (Solos Litólicos) associados a Podzólicos e Afloramentos de Rocha em condição de relevo acidentado. Nas planícies de inundação de rios e córregos ocorrem solos Glei Pouco Húmicos e Solos Aluviais, originados de sedimentos aluvionares recentes, em relevo plano e sob cobertura vegetal de Floresta Equatorial Hidrófila e Higrófila de Várzea. A área tem como principais atividades a pecuária e a exploração madeireira, enquanto a agricultura se limita a lavouras de subsistência.

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    Cartas temáticas na escala 1:250.000 que constituem o documento básico para a elaboração do Mapa Geológico na escala de 1:1.500.000, conforme previsto na proposta técnica do “Diagnóstico Sócio-Econômico-Ecológico do Estado do Mato Grosso”. Segundo o encarte internacional para a escala 1:250.000, o Estado de Mato Grosso comporta um total de 74 cartas, em função do seu contorno geográfico. A articulação final das cartas que recobrem o Estado e compõem as memórias técnicas, obedeceu uma padronização cartográfica ideal, definida pelo projeto, conforme ilustram o Quadro 001 e o Mapa 001, disponível na Apresentação Geral das Memórias Técnicas, na onde pode ser visualizada a articulação das 53 memórias técnicas e a relação das respectivas cartas na escala 1:250.000. A presente Memória Técnica refere-se aos trabalhos de geologia executados na Folha Foz do Arraias - MIR 321 (SC.22-Y-C), localizada no centro-leste do Estado entre os paralelos 11°00’ e 12°00’ de latitude sul e entre os meridianos 52°30’ e 54°00’ de longitude oeste de Gr. (Mapa 001). No interior da folha não se tem centros urbanos, sendo que o mais próximo, correspondendo a cidade de São José do Xingu, dista aproximadamente 25 km do limite norte da folha. O acesso à área se faz pela BR-080, que passa a leste do limite oriental da folha, no trecho que interliga a BR-158 com a cidade de São José do Xingu. O Rio Xingu corta a porção central da folha, apresentando como principais afluentes os rios Suiá-Miçu, Ronuro, São Francisco, Avaiá-Miçu e Jamacu. Grande parte da folha, seguindo o vale do Rio Xingu, pertence ao Parque Indígena do Xingu, sendo este um fator ao qual atribui-se a quase inexistência de povoações e estradas no âmbito da folha.

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    A presente Memória Técnica refere-se a descrição dos trabalhos de Aptidão Agrícola das Terras da Folha Barra do Garças, MIR-391, situada na porção leste do Estado de Mato Grosso entre os paralelos 15°00’ e 16°00’de latitude sul e os meridianos 51°00’ e 52°30’ de longitude oeste de Gr. (Mapa 001). Apenas parte desta folha encontra-se nos limites territoriais do Estado de Mato Grosso, visto que nesta região este estado limita-se com o Estado de Goiás. Os principais centros urbanos correspondem às cidades de Barra do Garças e Araguaiana. Os principais acessos rodoviários correspondem as BR-070, BR-151 e MT-100. Os rios Araguaia e das Mortes são os principais cursos d’água da área, drenando-a no sentido sul-norte. Latossolos são os solos mais expressivos, seguidos de Cambissolos, Areias Quartzosas e Solos Litólicos na parte alta da folha, enquanto Plintossolos predominam na parte baixa à nordeste da área. Quanto ao uso agrícola, se destaca na folha a pecuária extensiva, com pequenas lavouras de soja próximo a Barra do Garças.

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    Cartas temáticas na escala 1:250.000 que constituem o documento básico para a elaboração do Mapa Geológico na escala de 1:1.500.000, conforme previsto na proposta técnica do “Diagnóstico Sócio-Econômico-Ecológico do Estado do Mato Grosso”. Segundo o encarte internacional para a escala 1:250.000, o Estado de Mato Grosso comporta um total de 74 cartas, em função do seu contorno geográfico. A articulação final das cartas que recobrem o Estado e compõem as memórias técnicas, obedeceu uma padronização cartográfica ideal, definida pelo projeto, conforme ilustram o Quadro 001 e o Mapa 001, disponível na Apresentação Geral das Memórias Técnicas, na onde pode ser visualizada a articulação das 53 memórias técnicas e a relação das respectivas cartas na escala 1:250.000. A presente Memória Técnica refere-se aos trabalhos de geologia executados nas folhas Cacoal - MIR 316 (SC.20-Z-D) e Juína - MIR 317 (SC.21-Y-C). As folhas mapeadas situam-se na porção oeste do Estado de Mato Grosso, na divisa com o Estado de Rondônia, entre os paralelos 11°00’ e 12°00’ de latitude sul e 58°30’e 61°30’ de longitude oeste de Gr. (Mapa 001). A Folha Cacoal apresenta apenas pequena faixa de exposição de terrenos, em sua porção leste, situada no Estado de Mato Grosso. Os principais centros urbanos correspondem às cidades de Juína e Castanheira, localizadas no nordeste da Folha Juína. A área pode ser acessada, a sul, pela MT-319 e a leste, pela MT-170, ambas com destino às cidades de Juína e Castanheira. O lado oriental da área apresenta acesso bastante restrito, em virtude do Parque Indígena Aripuanã, que se estende por toda a porção oriental da Folha Juína. Os principais rios são o Tenente Marques, Rio da Eugênia, Aripuanã, Juína-Mirim e Rio Preto.